2025-09-06

0424. Sudário de Turim

 



Diz o povo, com razão, que “a mentira tem a perna curta!”

 

Em Cadouin, França, desde o século XII, que os cristãos veneravam e atribuíam milagres a um Sudário (peça de tecido) que supostamente teria envolvido a cabeça de «Cristo» e tinha sido preparada pela própria «Virgem Maria».

Porém, inesperadamente, em 1935, a Igreja Católica cancelou abruptamente todas as peregrinações e cerimónias, pois descobriu que a «relíquia» continha a inscrição «em nome de Deus clemente e misterioso…

Deus não há senão Alá» e teria pertencido a Moustali, califa do Egipto entre 1094 e 1101.

Resumindo, por mais de 700 anos, milhares de fiéis cristãos veneraram um véu islâmico que continha inscrições que glorificaram Alá… — um longo e humilhante período de paixão religiosa, agora desmascarado, ridicularizado e alvo de chacota popular.

Como há algum tempo que uma relíquia da Igreja Católica não era desmascarada ou desacreditada, eis que chegou a vez do Sudário de Turim. Este é um pano de linho que se encontra guardado na Catedral de Turim, norte da Itália, desde 1578, que mostra a imagem de um homem que milhões de católicos, ainda hoje, veneram, por acreditarem piamente que se trata da mortalha que envolveu o corpo de «Cristo» após a sua crucificação.

Tal como o Sudário de Cadouin, o Sudário de Turim também tem uma longa e controversa história de devoções e desacreditações…

Recentemente, Cícero Moraes, designer brasileiro, publicou um estudo científico, no qual demonstra que a imagem do Sudário não foi formada pelo contato de um corpo humano, mas por um molde de baixo-relevo, uma técnica artística comum na Idade Média, levantando assim dúvidas sobre a sua autenticidade.

Já em 1988, uma datação por radiocarbono efetuada por três laboratórios diferentes, tinha estabelecido que o material de linho do Sudário foi produzido entre os anos 1260 e 1390, o que reforça o estudo de Cícero de Morais, uma vez que estas representações religiosas em baixo-relevo eram práticas comuns na Europa nesse período.

Entretanto, eis que um documento medieval, recentemente descoberto, vem complementar as provas anteriores e arrasar por completo a crença do Sudário, classificando-a como uma «fraude deliberada».

A autenticidade do Sudário de Turim já tinha sido recusada por Nicole Oresme, teólogo do século XIV, que, mais tarde, se tornaria Bispo de Lisieux. Oresme classificou o Sudário como um «engano claro e patente» encenado por clérigos para obterem donativos dos fiéis. Esta análise, é, pois, a rejeição mais antiga que se conhece sobre a autenticidade do Sudário,o que revela que, nessa altura, já se sabia que era falso!

Há mais de 500 anos que a Igreja Católica sabe que o Sudário de Turim é falso!

Perante a esmagadora evidência das provas agora apresentadas, muita gente questionará: como é que a Igreja Católica consegue fazer com que milhões de pessoas continuem a acreditar piamente que o Sudário é uma mortalha que envolveu o corpo de «Cristo» após a sua crucificação? Como é que o Vaticano consegue manter vivo este «autêntico milagre»?

A resposta é muito simples: DINHEIRO! O DEUS DINHEIRO! O

Sudário de Turim é um negócio lucrativo que continua a gerar muito dinheiro!

 

Diz o povo, com razão, que «a mentira tem a perna curta!»

 

Autor: Carlos Silva
Data: 2025-09-03
Imagem: Internet
Obs.:
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