Quer
se trate de separação, casamento ou união, o que é um facto é que é intolerável
que dois amantes se juntem ocasionalmente, simplesmente para usarem e abusarem
do erário público sem que os contribuintes sejam minimamente tidos nem achados
nesta relação.
É
por demais evidente que políticos e católicos não sabem (ou fingem não saber!)
o autêntico significado de «separação», tal a inconsciência em que realmente
vivem ou convivem.
Embora
a Constituição da República Portuguesa consagre a separação, o que é um facto é
que a lei não está a ser cumprida!
Como
português e contribuinte, exijo que seja rigorosamente cumprido o princípio
jurídico-político da separação do Estado relativamente às demais crenças ou
cultos.
Disse.
Autor: Carlos Silva
Data: 2023-11-22
Imagem: Internet
Obs.:
Direitos reservados.
