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Autor: Carlos Silva
Data: 2021-06-08
Imagem: Internet
Obs.:
Direitos reservados.
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Autor: Carlos Silva
Data: 2021-06-08
Imagem: Internet
Obs.:
Direitos reservados.
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Apetece-me!
Queres amanhecer comigo?
Apetece-me desaparecer
contigo!
Apetece-me Sentir
completamente perdido!
Perdido nos
teus braços à beira-mar!
Apetece-me
apenas amar, amar, amar!
Apetece-te?!
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Autor: Carlos Silva
Data: 2021-02-26
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Mais
incrível que o ditado, é que alguns líderes conseguem convencer os seus
valentes crentes que tal é absolutamente verdade!
Será
que terão também imaginado a eventualidade do mártir ser mulher e lá pelo
paraíso existirem também 72 carentes e impacientes homens-virgens à sua
disposição?
De
onde e como surgirá toda esta multidão de virgens, que mais parece escravatura
sexual, ninguém sabe, mas para concederem prazer eterno aos seus mártires,
certamente imaculadas não serão?
Pelo
menos desfrutarão plenamente sem nunca deixarem de virgens ser!...
Pelo
menos os seus gloriosos mártires, sem nada serem, terão o privilégio, qual
desmedida ereção, de satisfazerem eternamente tão amplo e opulento harém!
Sexo!…
Sexo post mortem!
Que
grande blasfémia! -dirá seguramente o seu antagonista cristão ao deparar-se com
esta espécie de bordel do paraíso!
Era
o meu sonho! -dirão (em vida, é claro) outros!
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Autor: Carlos Silva
Data: 2021-02-07
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Obs.:
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A maior parte
dos seres humanos interioriza e pensa simplesmente o que lhe incutem. Não
questiona. Toma tudo como verdade e não consegue sequer distinguir ilusão de
realidade. Por medo ou por necessidade, acredita inconscientemente e
incondicionalmente numa divindade.
A maior parte dos seres humanos cegou!
A maior parte
dos seres humanos desconhece que cegou!
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Autor: Carlos Silva
Data: 2021-02-07
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Obs.:
Direitos reservados.
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Praticamente
todas as religiões assentam em mitos e ficções da realidade.
Ao longo da
história da humanidade criaram e enraizaram nas mais diversas civilizações do
mundo o mito do deus-supremo-todo-poderoso, na maior parte das vezes, encarnado
na figura humana.
Praticamente
todas as religiões consideram o seu deus único e autêntico, não tolerando ou
procurando aniquilar os seus oponentes.
Praticamente
todas as religiões assentam num primitivismo absolutamente grotesco, ancestral
e anormal. A ignorância científica e a cegueira mental são vetores comuns,
consequência do isolamento e sobretudo da castração física e mental a que
submetem os seus fiéis seguidores, impedidos de fornicar, pensar, ou questionar
a sua existência.
Praticamente
todas as religiões prometem paraísos e eternidades… em contrapartida ameaçam
com medos e infernos…
Praticamente
todas as religiões se apropriaram e acomodaram à moral e aos bons costumes,
incentivando a caridade e a defesa dos doentes, dos mais pobres e
carentes… mas ostentando, na sua cínica
e fingida condição de inutilidade e futilidade, uma desmedida e opulente
riqueza, fruto da sua eterna condição de pedinte que vive precisamente à custa
daqueles que supostamente defende.
Instalaram-se
no tecido social e cultura como uma espécie de vírus que ataca o
livre-arbítrio, elimina as mentes mais brilhantes e atrasa consideravelmente o
conhecimento científico.
Praticamente
todas as religiões violam a natureza humana… substituindo-a por uma espécie de ilusão
divina de perfeição que na realidade não existe… não existe objeto de adoração!
Não adianta
tentar mudar o passado…
Resta apenas
raciocinar e mudar a nossa própria mentalidade…
Resta apenas
despertar para a realidade…
Para não
repetir os erros do passado!
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Autor: Carlos Silva
Data: 2021-02-09
Imagem: Internet
Obs.:
Direitos reservados.
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Quem hoje observa
e vê a religião católica (não apenas!) com o seu omnipotente, omnisciente e
omnipresente “deus”, criador “da terra e dos céus”, conhecido à escala planetária
como autêntica estrela de cinema, e se dá trabalho de consultar alguns factos históricos,
reparará, decerto, que no passado ano de 70 a “Cidade Santa” (Jerusalém) foi
cercada e os seus habitantes, judeus, massacrados e escravizados pelos romanos…
“Quando os
judeus se rebelaram contra a autoridade romana em 70 d.C. – por causa, entre
outras coisas, dos altos impostos cobrados –, quatro legiões foram levadas pelo
imperador Tito para sufocar a revolta.
Os 70 mil
soldados logo viram que a luta não seria fácil. Especialmente quando se
defrontaram com as muralhas de Jerusalém, atrás das quais milhares de
combatentes judeus buscaram refúgio. A tentativa de invadir a cidade durou sete
meses. Setenta mil legionários participaram do cerco.
Constantemente
ameaçados por ações de contra-ataque, os legionários fizeram um dos maiores e
mais complexos cercos da Antiguidade. Construíram muralhas, torres de assalto,
catapultas, escadas e diversos outros equipamentos que faziam das legiões
romanas tropas únicas no mundo antigo – além de ótimos guerreiros, eram também
excelentes engenheiros.
Ao fim do
trágico combate, quando finalmente conseguiram vencer as três muralhas
consecutivas que protegiam a cidade, os legionários, irritados com a
resistência dos judeus, promoveram um verdadeiro banho de sangue (foram pelo
menos 100 mil mortos) e terminaram por incendiar o Templo de Jerusalém, escravizando
os sobreviventes.”
Consta que um
milagroso líder que o povo judeu dessa
altura tanto ansiava, era uma pessoa simples (carpinteiro?!) -tal como todo o
seu povo, necessariamente pobre e submisso ao poderoso império dominante.
A sua criação
e consolidação divina, ao longo da história, com as mais ilustres virtudes
humanas, descritas em sucessivos evangelhos, exigiu bastante imaginação, sacrifício
e tempo… e sobretudo muito sangue derramado; certamente muito mais do que aquele
dos que tombaram no fatídico cerco de Jerusalém, vergados pela fome ou pela
lamina da espada.
Por essa altura
os “cristãos” eram indiscriminadamente sacrificados e atirados aos leões…
Não é por
acaso que o atual “deus” fantasia o seu sacrifício, morte, e a perseguição do
seu povo como algo que se deve obrigatoriamente enaltecer… -como se em
semelhante barbaridade alguma beleza ou altruísmo pudesse existir!
Alguns destes
inqualificáveis argumentos de sacrifício e vitimização resultam desse ancestral
desejo de vingança… foram e são usados para manipular e extorquir os seus mais
pobres e fiéis seguidores…
Nesta aparente
submissão, ao longo do tempo, a igreja transformou-se numa espécie de entidade
decisora do futuro da humanidade e da eternidade; na dona da vida e da morte;
da moral e dos bons costumes; na defensora dos mais pobres e sobretudo dos que
mais sofrem…
Par tal
desígnio criou a Santa Inquisição, sempre que possível aliada ou sob a alçada
do poder instalado…
O que na
realidade sempre fez foi proteger-se para sobreviver. Iludir e vingar-se dos
seus invasores, criando-lhes anjos e demónios, ao mesmo tempo que eliminava os
pensadores e os seus mais acérrimos críticos… entretendo eternamente os
restantes para à custa do seu medo, ignorância ou pobreza, poder viver…
Transformou-se
num fingido e eterno pedinte que ajuda o povo com as suas orações e dele recebe
o seu quinhão, vinho e pão!
Tudo em nome
do seu único e suposto deus!
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Autor: Carlos Silva
Data: 2021-02-12
Imagem: Internet
Obs.:
Direitos reservados.
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